setembro 07, 2011

Civilização do Açúcar em Alagoas, da realidade à realização.

Civilização do Açúcar.No começo era uma idéia e a força do trabalho. Aí a participação atenta. E a elaboração de propostas e metas. Depois a colaboração dirigida e agora a realização de ações estratégicas próprias. É a história da agência Caminhos Das Alagoas.

A cultura da pesca de jereré nos
canais lagunares

O transporte de cangalha na Serra da Barriga

A capoeira como manisfestação da resistência negra.

A Chegança dos mouros contra portugueses e do Mestre Zé Hum e Lucimar 




A caricatura no carnaval de rua

Bumba-meu-boi Dragão da Região do Quilombos

Fazer parte foi imprescindível. Contribuir e amadurecer também. Acreditar e efetivar a sociedade com a pessoa certa foi Graça Divina. Dessas ações aos primeiros resultados duraram três longos anos.
De oficinas, pesquisa e capacitação às reuniões, muito se aprendeu e mudou. Passou-se da doação da experiência pessoal e de conteúdo cedidos ao roteiro do MTUR (Civilização do Açúcar) à execução independente e comprometida do dever de casa.
Em Alagoas, uma nova visão na roteirização exigida pelo MTUR se superou: o Roteiro Integrado Civilização do Açúcar - Paraíba, Pernambuco, Alagoas.
Com Jacineide Maia, parceira
da RPPN Osvaldo Timóteo

Com Beatriz Dantas, parceira
da Luau Turismo
Com o presidente da Fundação
Gilberto Freyre e Genival, empresário
do Hotel Laguna Surf.

Buscando novos parcerias. Usina Cançansão do Sinimbú
 A Civilização do Açúcar é um complexo social com base no cultivo da cana-de-açúcar e toda sua produção derivada. É, portanto, bem maior que a cultura do açúcar. Projetou as relações sociais do Brasil Colonial e pós-colonial. Contempla em seu território, a herança indígena, portuguesa e africana dos antigos engenhos e das atuais usinas.
Bairro histórico de Jaraguá e seus antigos armazéns

Porto de Maceió situado na enseada
de Jaraguá que dá nome ao bairro 


Maceió rodeada pelo Oceano Atlântico e pela Lagoa Mundaú ao sul
 
A beleza da Lagoa Munguada,
a maior do Estado

Busto do Marechal Deodoro da Fonseca no Palácio Provincial e hoje sede da Prefeitura da cidade histórica de mesmo nome

Entre canais lagunas da Mundaú e da Manguaba


Pontal de Coruripe 

Antigos trapiches do bairro portuário de Jaraguá
Para nós, mais que saber de terras particulares, é a valorização da identidade sócio cultural de um território. Vivenciar atrações da periferia com conteúdos históricos e culturais temáticos, maduros enriquecidos pela natureza, cultura e do modo de ser colorido e tropical do alagoano.

São fortes os apelos sociológicos, antropológicos e ecológicos da temática desse roteiro.

Bromélias

Caule, flôr ou fruto?! Fungo.
Hotel Fazenda Marrecas, casario de um antigo engenho
Como é linda essa mata!
Sede histórica da Associação Comercial


O peixe-boi Aritama na sua
 inocente docilidade






Bromélias, agora suspensas














Da apresentação do coco-de-roda, do guerreiro, do bumba-meu-boi, do reisado, da capoeira que é a manifestação da resistência negra nas senzalas quando negro não podia falar entre si, mas apenas brincar a festa que enobrecia a casa-grande.

Educação ambiental com alunos
de escola municipal
Entre canais lagunares e o conhecimento empírico.




Alagoana da gema! Isto é, do
Coco-de-roda Xamego Alagoano


Se deixando levar pela renda do filé... divino!

Colorido do artesanato da palmeira
Ouricuri no Pontal de Coruripe












Da contemplação da natureza, e as questões de devastação da Mata Atlântica (em Alagoas restam apenas 2,7% da Mata Atlântica original) e manguezais com solução nas unidades de conservação e reservas ecológicas de espécies endêmicas da fauna e flora local. Observação de aves na APA de Murici e nas reservas particulares das usinas contempladas no roteiro é outra meta. Fauna e flora das Alagoas!


Com IPHAN, querendo saber tudo!!

Na ponta dos saberes, a canoa que não se constroi mais!!!

Culinária da Civilização do Açúcar na RPPN Osvaldo Timóteo

O exemplo que deu certo da Cooperativa Pindorama de 1954,
usina de açúcar e fábrica de produtos alimentícios.

Da fabricação da produção da cana-de-açúcar e derivados em antigos engenhos “bangüês” de tração animal, roda d’água, vapor e finalmente às usinas, unindo o antigo ao atual, o rústico ao moderno.



Da produção em alambiques da cachaça, hoje produto de exportação patenteada e suas implicâncias econômicas e sociais para o meio rural.


Tanta igreja por habitante tem uma explicação histórica!
Matriz de N.S.da Conceição de Marechal Deodoro.

Sr Oliveira de antigas olarias e
conhecedor do cipó.

 
Turismo Sustentável é o nosso diferencial e a gestão participativa fortalecendo parcerias é o futuro de se fazer turismo em Alagoas....
 
O "Filé" é bordado manualmente no tear com técnica de
tecer a rede de pesca. Artesanato genuínamente alagoano.



Entre as fitas do Guerreiro Alagoano

Gente do folguedo que respeitamos muito!


Vitrais simbólicos

Na trilha do Engenho Genipapo (1806)
Da segmentação do ecoturismo, do turismo sol e praia, do turismo histórico cultural, do turismo de aventura, do turismo pedagógico para um público eclético: tudo se encontra no perfil dos roteiros dos Caminhos Das Alagoas.


O fruto dificilmente ficará maduro, pois existe sempre uma novidade e há que se buscar ainda mais: a excelência na satisfação de dois públicos alvos, o turista e a comunidade.


Em palestra no SENAC, apresentando Mestre Monge, da capoeira.
Personagens do pastoril de Natal

La Ursa do carnaval de frevo na porta
Produção associda: cachaça orgânica Brejo dos Bois
Barco Sassa II do parceiro Leli
Litoral norte, região de
invasão holandesa
Vista do cruzeiro no mirante de São Miguel dos Milagres

Árvore centenária do mirante de São Miguel dos Milagres
Alambique da produção de cachaça na Usina Sinimbú

Palestra com alunos do IFAL:
valorização da identidade cultural


Ninguém resiste ao caldo de cana com limão

A energia do Parque Memorial Quilombo dos Palmares na Serra da Barriga,
patrimônio mundial em território quilombola.
Nosso banco de imagens é um documento vivencial dos percursos realizados dentro das normas da ABNT e abastece nossas ações de marketing. Colaboramos com 33% das fotos do folheto institucional da SETUR AL e SEBRAE AL de divulgação.

Aguardamos levar esse conceito, mais que um roteiro turístico, ao turista comprometido com sua viagem e concretizar novas parcerias e seguidores!

Complexo Colonial Franciscano em Marechal Deodoro

Complexo Colonial do Carmo em Marechal Deodoro

A Usina Coruripe tem a maior reserva nativa de pau brasil do país.

Corvos para pesca do camarão nas Lagoas Mundaú e Manguaba


A prensa da massa puba para guloseimas da casa de farinha


Pretos-véios guardam a Serra da Barriga

Montanhas de açúcar demerara na Usina Coruripe,
antes do empacotamento.



Aspecto do sorteve de rapadura com banana caramelizada no mel de engenho
e flambada na cachaça. Quer mais culinária da Civilização do Açúcar aqui?!!

Bem vindos! Você certamente se identificará! 

junho 24, 2011

Se São João soubesse...

"Se São João soubesse
quando era o seu dia
descia do céu à terra
 com prazer e alegria!"
Personagens da dança folclórica "Coco de Roda Alagoano". De origem da antiga senzala, o rítimo imita o sapateado da batida do barro para a confecção de casas nos mocambos, dia de festejo e criação. Para outros era a batida da quebradeira do coco das palmeira Palmarinas da Serra da Barriga.

Coco de Roda "Chamego Alagoano" de bairro de Maceió.
"O Engenho Novo, tá de tremer, bota cana nele, deixa moer"- estrofe da cantoria do coco.


Utensílios tradicionais de forte simbolismo da antiga casa-garnde e senzala,
comumente utilizados na culinária junina e sua decoração.

"Numa velha receita de doce ou bolo, há uma vida,uma constância, uma capacidade de vir vencendo o tempo...(Gilberto Freyre)
Impossível participar das festividades juninas sem sua culinária típica, o "fino equilíbrio entre as cozinhas portuguesa, indígena e africana"(A Civilização do Açúcar, Pg 151). Na casa-grande de nossos engenhos, centro político, religioso, econômico e festeiro do local, surgiram de suas espaçosas e fumegantes cozinhas, receitas que ainda hoje garantem a alegria e prazer das festas juninas.


Tem canjica, pamonha, munguzá, quindim de Iaiá, pudim criolo, bolo de massa puba, de milho, doce da batata doce, pé de anjo, pudim de milho verde, cocada, bombocado de macaxeira, licor de leite, de jenipapo e tantos outros doces brasileiros. Vai aí uma receitinha da vovó Lalau e D. Bebé ?

Licor de leite da vovó Lalau

01 litro de leite (natural), fervido e frio

01 garrafa de álcool de 40º

02 favas de baunilha

02 rodelas de limão

02 rodelas de abacaxi

02 paus de canela

01 kg de açúcar

Deixa-se em infusão numa recipiente fechado por oito dias e depois filtra-se para servir após refeições.


Doce de batata doce de D.Bebé

01 kg de bata doce cozida e amassada

01 kg açúcar

01 coco (sumo)

pau de canela e aniz.

Levar o açúcar e a bata amassada ao fogo baixo e mexer com a colher de pau até soltar do fundo da panela e dissolver todo o açúcar. Acrescente o leite e deixe mexa vagarosamente por mais uns 15 minutos. Está no ponto quando não cai da colher. Esfriar e servir com queijo coalho e pau de canela.


"O que dá dignidade a uma pessoa é a segurança de pertencer a alguma genealogia - tanto biológica quanto cultural..." (Fátima Quintas)

"Merece que se lhe acompanhe a ascensão social também, seguindo-a na sua trajetória,desde os mocambos, terreiros ou senzalas até os salões rurais e citadinos, que se lhe abriram as comemorações de Natal, nas dos três santos juninos, especialmente. Devemos, mesmo. admitir que há, na verdade, uma história social do Coco Alagoano. Mas quando teria começado? ... ela se iniciou com o povoamento da região, quando deram entrada as primeiras levas de negros escravos e o florescimento da economia açucareira contribuiu para a concentração e fixação do (folclore) negro."


No coco alagoano, brinca-se acompanhado dos instrumentos, ganzá, pandeiro e peneira : " ...um matutinho alegre, danador, deslambido, descarado, que não tivesse dúvida em quebrar o coco...". Originou-se, como reza a tradição, nos mocambos palmarinos" da Serra da Barriga e se alastrou nordeste afora . ( "Floclore negro das Alagoas"- Abelardo Duarte, Pg 44e 45)


"Puxa o coco, ô Ieiê
   Puxa o coco, ô Iaiá
        Sinhazinha quer casar,
            Sinhôzinho quer também,
        Sinhá não quer deixar,
                Esperando o ano que vem."

As quadrilhas, ainda tão em moda nesta época de festejos, são a caracterização de danças de salão européias para moças casaidoras da casa-grande , que se realizavam nas festas dos engenhos e se popularizou nos seus quintais. Quanto mais adorno e babados na vestimenta, maior riqueza possuía a família da moça.

Se São João soubesse...descia do céu a terra para brincar no Santo Antonio e no São Pedro também! E Viva os Santos Juninos!

junho 05, 2011

Dia Mundial do Meio Ambiente 05 junho


Aves migratórias da Reserva Marinha Saco das Pedras
  Nós procuramos, achamos, zelamos e vivenciamos ... usufrua você também da alegria de saber-se num meio ambiente harmônico. A natureza agardece!





Velas, luto e avanço da maré na Praia do Sauashuy em Ipioca.
 

Entre o céu e o mar - o homem.
 

Quando ela sou eu, ou eu sou ela - puro mimetismo.




Crescer é um nó ! Ô cipó! .....



   Uma homenagem dos Caminhos Das Alagoas ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Você também pode colaborar com atitudes  e boas idéias :


1. Informe-se

Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam.

2. Aja localmente

Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.

3. Pense localmente

Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.

4. Some

Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.

5. Otimismo é fundamental

Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.

6. Seja efetivo

Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.

7. Crie notícia

Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.

8. Planeje sua família

Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.

9. Não polua

Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.

10. Preserve a biodiversidade

Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.

11. Seja coerente

Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.

12. Passe a sua vida a limpo

Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.

13. Boicote

Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por moviemntos: faça isso sempre que cair a ficha.

14. Eleja e cobre

Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.

15. Separe o joio


Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

16. Ensine as crianças

Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.

17. Acredite no futuro

Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.

Fonte: Super Especial - Como Salvar a Terra/junho 2001

março 02, 2011

Carnaval equilibrado


D. Lalá que aos noventa anos quer frevar.




Carnaval equilibrado é na ponta da bengala,no alto de seus noventa anos, o exemplo de D. Lalá!
Ou na burrrinha da alegria, ainda aos dois anos, o frevo no pé! E o bumba-meu-boi, que tem que ferver,"frever" e frevar !!! 
Carregando a burrinha da alegria ou sendo
carregada pela alegria, há que se frevar.
 


Na alegria e no colorido do bumba-meu-boi o
carnaval que não pode parar!
       Esteja a cultura popular sempre em evidência, com carnaval ou sem ele. 

janeiro 22, 2011

À sombra de uma árvore em Alagoas

Cada pedaço de um roteiro diz da emoção de fazer parte do universo brasileiro. Não se fala de metrópoles ou atrações artificiais (não menos valorosas). No "Ano Internacional das Florestas", diz-se da benção que é uma sombra de uma árvore. Da história e vida de algumas. À sombra de uma árvore vive-se uma enorme benção.  O sol escaldante do verão nordestino que o diga! Nossas origens indígenas e africanas valoriam o tema.

Com até 20 metros de altura,a casca produz fibra, as folhas são
comestíveis, dos frutos se aproveita a polpa para ser bebida após
dissolução em leite ou água, e depois são aproveitados como cuias.
 
"A Mukua ou fruto do baobá, tem no seu interior um miolo seco comestível (não tem sumo), desfaz-se facilmente na boca e o seu sabor é agridoce (adocicado com uma ligeira acidez). Este fruto é rico em vitaminas e minerais"(Wikipedia).


"Seu tronco destaca-se pela capacidade de armazenamento
de água dentro do tronco, que pode alcançar até 120.000 litros."(Wikipédia)
Ipês amarelos na cidade de Marechal Deodoro no roteiro "Fruta Pão" (RT01)
A gameleira branca sagrada de 350 anos da Lagoa dos Negros na Serra da Barriga. De troco impressionantemente oco, diz-se que suas raízes garantem a nascente d'água do lago. Nos roteiros "Calhambola", "Papa Sururu" (RT03/ 05)
Algumas com história particular, outras ali simplesmente sem deixar, aparentemente, seu rastro, mas sabe-se Deus por que, exatamente na nossa passagem. Mas, há que se cuidar! Alguns zelam com comprometimento, outros ainda necessitam receber educação ambiental.
Algumas espécies presentes em nossos percursos impressionam e merecem destaque.
Sombra, luz, ação! Na APA de
Santa Rita, roteiro "Fruta Pão" (RT01)

O cultura do coco, muito viva em Alagoas, é aprendizagem de infância. Do coco tudo se aproveita, raízes, tronco, folhas, palmito e frutos. Em todos os roteiros.



À sombra do cajueiro avistando no final da trilha de Mata Atlântica, a sede em
ruinas de 1806 do Engenho Genipapo. No roteiro"Calhambola" em Maragogi. (RT03)
A manga de origem asiática foi trazida por
portugueses e escravos. É abundante na região.
Em todos os roteiros.


A jaqueira de oferendas do Candomblé.


Sementeira de mudas de Mata Atlântica da
Usina Coruripe. No roteiro "Mel da Cana" (RT02).


Espécies catalogadas nas trilhas da Usina Coruripe.
"Quri-de-leite". No roteiro "Mel da Cana"(Rt02)

O Pau- Brasil, na trilha da Usina Coruripe. No roteiro "Mel da Cana" (RT02).

Elas garantem uma trilha, uma celebração, um fruto, uma linda paisagem, uma história, uma pausa, uma reflexão, um artefato, uma foto...
E quando são tantas estrategicamente juntas, definitivamente garantem a própria existência do seu bioma, daquele ecossistema, da biodiversidade regional. Garantem a vida.
E nós... À sombra delas!

O solo massapê de nossas matas são
os mais férteis do nordeste.
Aqui, quando a semenete vira flor! 
 

Quando parecem amedrontar... só a natureza sabe porquê? 


Todos sob as bençãos de 2011 na gameleira branca, árvore sagrada.



Palmeiras de "Quilombos dos Palmares".



Na sombra, alongamento porque ninguém é de ferro!
 














De grande ou pequeno porte, de folhas miúdas ou aparentemente exageradas, retorcidas, troncos enormes, às vezes estranhamente ocos, ou um único e majestoso tronco, firmadas no lodo ou em terras áridas, outras abastecidas pela umidade que promove ao seu redor.
E se alguma coisa não estiver aparentemente no lugar será porque nós erramos os caminhos.

Na RPPN Osvaldo Timóteo o trabalho sério de reflorestamento
segue com investimento de novos parceiros comprometidos
com a Mata Atlântica da região.  


A jaqueira está presente em todos os roteiros,
dizem seu fruto in natura tem sabor parecido com a banana.
Foi trazida por portugueses e africanos. Mas é nativa da Ásia.

Trilha entre coqueiros e fruteiras nativas dos roteiros
"Fruta-Pão" e " Papa Sururu"(RT01 e 05) 

À beira mar e à sombra do coqueiral, pra relaxar!
No roteiro "Coqueiro Coral" (RT04)


A árvore centenária, guia do mirante
de S. Miguel dos Milagres no roteiro "Coqueiro Coral"(RT04)



O fruta-pão, frondoso e de fruto delicioso,
está no café da manhã regional!
 




É vasto mesmo, o coqueiral! Nos roteiros "Mel da cana", "Calhambola" e "Coqueiro Coral".
  










E no “Ano Internacional das Florestas”, quem vivenciar, verá!